sábado, 26 de setembro de 2009

1- O galo chegou pro pintinho e perguntou: (G)Pintinho, você já fumou maconha?

(P)Eu não. (G)Então vou armar uma aqui, fraquinha, pra você ficar doidão. O pintinho experimentou, daí o galo perguntou: (G)Sentiu alguma coisa? (P)Não tô sentindo nada. (G)Não é possível, vou fazer um aqui maior. Ele fez o baseado, entregou pro pintinho e perguntou: (G)Sentiu agora? (P)Não tô sentindo nada. (G)Não é possível!! Agora não tem jeito!! Vou fazer um gigante, quero ver se você não vai sentir!!! O pintinho fumou o terceiro, e o galo perguntou: (G)Agora você sentiiu, não foi?? (P)Não tô sentindo nada!! Não tô sentindo minhas pernas, meu bico, minhas asas...

Técnicas de convencimento ....

Dois caras foram pegos pelos policiais fumando maconha. No dia do julgamento o juiz disse:

  • Vocês parecem ser boas pessoas, por isso lhes darei uma segunda chance. Ao invés de irem para cadeia, vocês terão de mostrar para as pessoas o terrível lado das drogas e convencer outros a pararem de usar ou mesmo começar. Vejo-os daqui a uma semana.

Na semana seguinte os dois voltaram a corte. O juiz perguntou para o primeiro cara:

  • Como foi sua semana?
  • Bem, meritíssimo, eu convenci 17 pessoas a pararem de consumir drogas para sempre
  • 17 pessoas!! Que maravilha. O que você disse para elas? perguntou o juiz.
  • Eu usei um diagrama, meritíssimo. Desenhei 2 círculos como estes.. O o ....e disse isso: o círculo maior é seu cérebro e o menor é seu cérebro depois das drogas.
  • Muito bem!! disse o juiz. E você? Como foi? (disse para o segundo)
  • Eu convenci 234 pessoas, meritíssimo!!! disse o segundo cara.
  • 234? Incrível ! E como conseguiu? perguntou o juiz.
  • Utilizei um método parecido com o meu colega, e desenha 2 círculos "o O" e eu disse apontando para círculo menor: Este é seu Cú antes ....
Drogas no Céu



Jesus, muito preocupado, chama os seus discípulos para uma reunião de emergência, devido ao alto consumo de drogas na Terra. Depois de muito pensar, chegam à conclusão de que o melhor é provar a droga eles mesmos, para depois tomar as medidas adequadas. Decide-se que uma comissão de discípulos desça ao mundo e recolha diferentes drogas. Efetua-se a operação secreta e, dois dias depois, começam a regressar os comissários. Jesus aguarda na porta do céu, quando chega o primeiro discípulo:
- Quem é?
- Sou Paulo Jesus abre a porta
- E o que trazes, Paulo?
- Trago haxixe de Marrocos
- Muito bem, filho. Entra
- Quem é?
- Sou Marcos
- E o que trazes, Marcos?
- Trago marijuana da Colômbia
- Muito bem, filho. Entra
- Quem é?
- Sou Mateus
- E o que trazes, Mateus?
- Trago cocaína da Bolívia
- Muito bem, filho. Entra
- Quem é?
- Sou João. Jesus abre a porta e pergunta de novo:
- E tu, o que trazes, João?
- Trago crack de Nova Iorque
- Muito bem, filho. Entra
- Quem é?
- Sou Lucas
- E o que trazes, Lucas?
- Trago speeds de Amsterdã
- Muito bem, filho. Entra
- Quem é?
- Sou Judas
Jesus abre a porta
- E tu, o que trazes, Judas?
- Trago a polícia....
- TODO MUNDO NA PAREDE, MÃO NA CABEÇA.
O coelho vinha correndo pela floresta quando viu uma girafa
acendendo um cigarro de maconha. Então, ele parou e disse:
- Dona girafa, pare de fumar isso ai e vamos correr pela floresta,
você vai ver como ficará em forma!
A girafa pensou, jogou o cigarro fora e foi correr com o amigo.
Pouco mais à frente, eles encontraram um urso cheirando cola.
O coelho de novo:
- Oh!, seu urso, deixa disso!! Venha correr com a gente para ficar
em forma!
O urso colocou a lata de lado e foi correr com eles. Mais para a
frente, encontraram um elefante consumindo cocaína:
- Oh, elefante, não perca seu tempo com isso! Vamos entrar em
forma correndo pela floresta.
E o elefante se juntou ao grupo. Metros adiante estava o leão,
viciado em heroína, com uma seringa:
- Oh, meu grande rei, pare de fazer isso e vamos entrar em forma!
O coelho levou uma patada e voou longe. Os animais, revoltados,
perguntaram ao leão: - Você está louco? Por que fez isso com ele?
E o leão:
- Toda vez que esse coelho filho da mãe toma um ecstasy ele me
faz correr pela floresta toda....
DIGA NÃO AS DROGAS JÁ, OLHA SÓ QUEM VOCÊ VAI ENCONTRAR....
VEJA O VÍDEO DO CHAVES MACONHEIRO E SE DIVIRTA E DE UMA NOTA .VALEU.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009


PESSOAS SE DROGANDO VEJA:







































VEJA O DOUTOR LACERDA FALANDO SOBRE A COCAÍNA:


De acordo com os organizadores da Marcha da Maconha 2008, a proibição do evento pelo Ministério Público serviu a um propósito: reacender a discussão que envolve o uso e o plantio da maconha. Não que a polêmica algum dia tenha desaparecido. Discussões sobre o cânhamo (Planta do gênero Cannabis, o mesmo da maconha) industrial e até mesmo sobre possíveis usos medicinais da substância alimentam o assunto, gerando discussões e diversos posicionamentos. Serve de tema de redações de vestibular e gera divergências entre órgãos como a Abramd (Associação Brasileira Multidisciplinar dos Estudos sobre Drogas) e a ABP/APAL (Associação Brasileira de Psiquiatria – Associação de Psiquiatria da América Latina).

Segundo a Abramd, como houve pouquíssimas comprovações científicas sobre benefícios ou malefícios causados pela droga, é errado apresentar uma visão preconceituosa do assunto. “A punição para o usuário acaba sendo mais prejudicial do que o próprio uso” declara Roseli Boerngen Lacerda, professora da UFPR do Departamento de Farmacologia, coordenadora regional da Abramd e representante da Universidade junto ao Conead (Conselho Nacional Anti-Drogas).

A professora afirma que muitos profissionais da área se deixam levar por princípios éticos e morais, e não científicos, no momento de avaliar as conseqüências do uso da substância no corpo humano. Roseli, que diz reprovar a ação do Ministério Público como uma censura aos cidadãos, conversou com o Comunicação a respeito do progresso das pesquisas científicas relacionadas à maconha. Para ela, as pesquisas a respeito do tema ainda não são definitivas.

Comunicação: Sobre as propriedades medicinais da maconha, o que foi comprovado e o que é mito?

Roseli Lacerda: Basicamente, nada foi comprovado. Até mesmo quando se fala dos malefícios do uso, muitas coisas são mal-explicadas. Dizer que o uso da maconha causa paranóia, por exemplo, não tem embasamento científico nenhum. A maconha não é uma droga com o mesmo caráter da cocaína, por exemplo. Afirmar que maconha vicia também é outra impossibilidade científica – assim como afirmar que não vicia. Não temos como provar esses efeitos em humanos. Ratos de laboratório não nos contariam se estão sentindo o 'barato' e usar cobaias humanas, submetendo-as a possíveis efeitos colaterais terríveis, é antiético. Além disso, o uso da maconha é muito subjetivo. Não se pode saber se uma pessoa, que fumou maconha e agora apresenta sintomas de paranóia, não usava outra substância. Cada caso é um caso, generalizações são complicadas.

Comunicação: A maconha possui um caráter religioso para alguns grupos. O Santo Daime, um chá alucinógeno, também é consumido em rituais religiosos no Brasil – e não é proibido. Qual é sua opinião em relação a esse tipo de uso?

Lacerda: Na verdade, o uso da maconha e até mesmo do Daime, nessa forma, não devia chocar tanto. Drogas são presentes na religião desde tempos imemoriais. No ritual do Daime, por exemplo, o chá é distribuído com parcimônia para todos os participantes. As pessoas cuidam uma das outras. Podemos traçar um paralelo com a própria missa católica. O padre que está presidindo a cerimônia não toma vinho na frente de todos? Mas tudo isso depende da nossa cultura. Crescemos com nossos pais bebendo vinho no jantar, vamos à missa todo domingo. Ficamos tão acostumados que nos esquecemos de que o álcool também é uma droga – que, aliás, tem um índice de viciados maior do que o da própria maconha.

Comunicação: Os adeptos da legalização do plantio da maconha, para a utilização do cânhamo industrial, afirmam que a fibra não possui propriedades psicotrópicas. Isso é verdade?

Lacerda: Não é completamente errado afirmar isso. Todas as plantas do gênero cannabis, o mesmo da maconha, possuem propriedades psicotrópicas, mas em maior ou menor quantidade. Mas no caso do cânhamo industrial a quantidade de THC(tetrahidrocanabiol), componente da planta responsável pelos efeitos no cérebro, não é significativa. Para obter o ‘barato’ da maconha no cânhamo, a pessoa teria que fumar um enorme charuto – coisa completamente inviável. Então, o certo é dizer que o cânhamo tem, sim, propriedades psicotrópicas, mas é praticamente impossível sentir seus efeitos.

Comunicação: Então você diria que o consumo de drogas faz parte da cultura do ser humano?

Lacerda: Sim. Eu, pessoalmente, não fumo maconha. Mas gosto muito de uísque. Quando estou em casa, eu e meu marido bebemos moderadamente. Ajuda a relaxar. Tem seus efeitos negativos comprovados também, é uma droga, mas é cultural. Se você descobre que seu filho bebeu em uma festa, não ficará tão escandalizado quanto se descobrir que ele fumou maconha. Eu diria que, se proibissem o uso de qualquer tipo de droga existente atualmente, se extinguissem o álcool, a cocaína, a maconha… Se fizessem todas essas drogas desaparecerem, alguém descobriria uma nova substância. Nem que fosse um cigarro feito da capa do guarda-chuva preto.

Comunicação: E porque parece cultural a condenação do uso da maconha? A proibição da Marcha da Maconha pode ser tomada como exemplo.

Lacerda: Primeiro, devo dizer que achei absurda a proibição da marcha. Os manifestantes, ou pelo menos os organizadores da manifestação, jamais disseram que o evento seria alguma espécie de reunião para divulgar o uso da maconha como droga, ou até mesmo para fumar. Na verdade, o que aconteceu foi exatamente o contrário: eles ressaltaram que a manifestação foi organizada para levantar a discussão, para chamar a atenção das pessoas, para mobilizá-las. Ao proibir a marcha, o Ministério Público violou o direito de liberdade de expressão de vários cidadãos. A condenação do uso vem de forma natural por causa do próprio tráfico de drogas. Temos a imagem do traficante, criminoso, e a transferimos para o usuário, mesmo que ele use moderadamente, sem afetar outras pessoas.

Comunicação: Seria possível mudar essa opinião?

Lacerda: Não sei. Até mesmo órgãos, como a ABP/APAL (Associação Brasileira de Psiquiatria – Associação de Psiquiatria da América Latina), que deveriam ter uma visão científica do assunto, parecem inclinados a deixar de lado as provas para levar em conta uma versão moralista do assunto. Se a repressão vem dos que estão no poder e dos que detêm o conhecimento, será difícil uma mudança de opinião.

PSICÓLOGA DIANA THEODORO FALA SOBRE AS DROGAS.VEJA:


Um dos fatores de vulnerabilidade mais intensos em relação ao consumo de drogas é o isolamento social. Ele ocorre quando o dependente químico é privado das relações com determinados membros de uma sociedade. O processo pode ocorrer tanto pelo internamento do indivíduo quanto pelo preconceito, que leva a sociedade a se afastar dos dependentes.

Diferente da exclusão praticada pela sociedade – que, geralmente, não aceita conviver com dependentes químicos – o isolamento em hospitais psiquiátricos ou clínicas de tratamento de dependentes químicos é feito mediante vontade do paciente ou, em casos extremos, forçado pela família e equipe médica. Entretanto, o tratamento dos dependentes busca, além da desintoxicação, a re-inclusão social do usuário, com a aproximação da família e trabalhos com psicólogos e outros especialistas.

Um exemplo de tratamento de reaproximação social é o praticado no Centro de Atenção Psicossocial – Álcool e Drogas (CAPS AD), um projeto de diretrizes nacionais que tem a intenção de substituir o hospital psiquiátrico. O serviço público municipal de atendimento oferece em seu espaço auxílio à saúde mental com uma perspectiva de inclusão social e reabilitação. Em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba, médicos e especialistas atendem dependentes químicos da rede pública.

A psicóloga Diana Theodoro, coordenadora do CAPS AD de Piraquara, concedeu entrevista ao Comunicação e fala sobre o isolamento social de dependentes químicos e outras questões ligadas ao internamento.

Comunicação: Há uma marginalização dos usuários de drogas?

Diana Theodoro: Sim. Quando se fala na relação de abuso e dependência de drogas, o termo “viciado” já demonstra preconceito. Na atual sociedade, o uso de substâncias psicoativas é muito comum. O que existe é uma diferença na forma como as pessoas usam. O café, por exemplo, é uma substância psicoativa que se usado de maneira abusiva pode causar danos à saúde, tanto quanto as substâncias ilícitas que são tão descriminadas.

Comunicação: A reclusão de dependentes em clínicas especializadas e hospitais é uma forma de exclusão social? Que tipo de reações e comportamentos os dependentes podem apresentar em relação ao isolamento?

Diana Theodoro: O tratamento de pessoas que têm relação de dependência com substâncias psicoativas é feito, tradicionalmente, através do isolamento em hospital psiquiátrico. Porém, existe uma legislação desde 2001 no Brasil que tem a proposta de mudar essa maneira de assistência, direcionando o paciente aos serviços comunitários. Isso já demonstra que isolar uma pessoa para tratar não surte muito resultado, não melhora a qualidade de vida dela, e sim é uma forma de mantê-la afastada, excluí-la da sociedade. Com relação ao comportamento delas, pode-se dizer que é bem relativo, afinal, como uma pessoa reage quando está sofrendo uma discriminação? Algumas se deprimem, outras reagem com agressividade, varia bastante.

Comunicação: Quando é fundamental que um dependente de drogas ou álcool frequente espaços de recuperação psicológica?

Diana Theodoro: Se junto com a intoxicação há indícios de sofrimento mental, ele poderá ser tratado, num primeiro momento, nesse espaço integral, que ajudará somente na crise, mas que não resolverá esse problema por completo. Dependendo do quadro clínico do paciente, o passo mais importante é dar atenção para a desintoxicação. O internamento é necessário não tanto pela questão de sofrimento psíquico do dependente, mas sim pela condição do agravo clínico decorrente da intoxicação. Por isso, o ideal é que o dependente seja internado no hospital geral, que tem uma estrutura mais adequada para cuidar desses agravamentos.

Comunicação: O que mais chama atenção em relação aos internos durante o tratamento?

Diana Theodoro: O sofrimento a que eles acabam submetidos ao se separarem do espaço de vida deles. Qualquer instituição hospitalar tem a característica de um lugar despersonalizado, onde a pessoa é privada de sua liberdade, conforto e tranqüilidade. Ela é somente mais um paciente entre vários que estão lá e isso causa uma tristeza muito grande. Por isso, deve-se ter cautela com os aspectos particulares desses indivíduos. O tratamento é muito individualizado. Não tem como definir um padrão de tratamento e segui-lo de maneira muito fechada para todos os pacientes.

Comunicação: No tratamento, medidas para evitar o sofrimento dos dependentes químicos são importantes. O que se deve fazer para que o dependente não se sinta isolado, tanto em relação a atividades quanto ao trabalho psicológico?

Diana Theodoro: Basicamente é tentar fornecer, no início de tratamento, um acolhimento adequado para que esse usuário sinta segurança em seguir o tratamento. Além disso, é importante estar sempre atento ao processo de desintoxicação, pois dependendo do tipo de substância, o agravo clínico pode ser profundo. Em relação a atividades, uma das maneiras é organizando espaços coletivos que integrem o dependente na sociedade. Dentro do CAPS, por exemplo, existem espaços clínicos, grupos terapêuticos, mas também espaços destinados a promover essa ponte entre o usuário e a comunidade, como a Associação dos Usuários dos CAPS.

Comunicação: Colocar um paciente dentro de uma clínica ou hospital pode parecer forçado e contra o gosto do dependente. O internamento só ocorre mediante aceitação do paciente?

Diana Theodoro: Sim. Os únicos casos em que a legislação abre exceção são quando o dependente está correndo risco de vida, ou oferecendo risco de vida para outra pessoa. Nesses casos somente o juiz pode autorizar. Mas em geral, tratamentos forçados não costumam surtir efeitos. O ideal é que a vontade de parar venha do próprio dependente.

Comunicação: Para atingir o melhor resultado possível, como deve ser a interação entre psicólogo e paciente?

Diana Theodoro: O vínculo terapeuta-usuário é um fator de extrema importância no tratamento de dependência. O terapeuta deve conquistar a confiança do usuário, e fazer com que ele veja no psicólogo um auxiliar que está ali para trazer uma mudança positiva para sua vida. Outro conceito importante é o da escuta qualitativa: não basta estar de ouvidos abertos, é preciso filtrar e interpretar a escuta de modo a intervir no problema.

Comunicação: Sentimentos de rejeição, insegurança e culpa são comuns nesses indivíduos? Isso pode estar ligado às recaídas que os pacientes podem sofrer ao longo do tratamento?

Diana Theodoro: Não somente esses como vários outros sentimentos. Mudanças de humor e dificuldade de se relacionar devido ao isolamento também são comuns. A recaída faz parte do processo terapêutico de um dependente e tem os mais diversos motivos possíveis, desde questões orgânicas da relação de dependência, até questões mais subjetivas.

Comunicação: Você acredita que o apoio familiar, muitas vezes, pode ser decisivo?

Diana Theodoro: Não só o apoio da família como o de todos que estão a sua volta são muito importantes. Em geral, faz parte da proposta do hospital tentar trazer a família para o espaço de tratamento. Porém, isso às vezes pode parecer um pouco artificial e contraditório, afinal o paciente tem que estar perto da família, mas ao mesmo tempo foi isolado. É uma situação complicada. Por isso, a reintegração dos pacientes em recuperação é fundamental para que eles possam voltar a exercer os seus direitos à cidadania e assim resgatar a rede social comprometida no período de abuso das drogas.

Comunicação: E a ocorrência de famílias que abandonam dependentes de drogas é uma situação comum?

Diana Theodoro: Sim, bastante comum. O problema de uma dependência dentro de um núcleo familiar não deve ser analisado como sendo fruto de uma só pessoa. Muitas vezes, uma relação familiar que não funciona bem leva um individuo a procurar nas drogas uma saída. A partir daí, a família deposita a culpa de todos os problemas no usuário e se afasta dele, quando na verdade o que causou todo esse transtorno foi a relação conturbada entre eles.

AS DROGAS E SEUS EFEITOS

Drogas que diminuem a atividade mental

Álcool (Cerveja, vinho, cachaça, uísque, coquetéis, licores, conhaque, etc)

Provocam dependência alcoólica, tonturas, distúrbios do sono, náuseas e vômitos, fala incompreensível, ressaca, reflexos comprometidos (na direção), comportamento violento, depressão respiratória e morte por overdose.
O álcool é a droga que mais mata no mundo, pois tem comércio livre. Atualmente os jovens começam a experimentar bebidas alcoólicas por volta dos 10 anos de idade. O alcoolismo é uma intoxicação alcoólica crônica. Ocasiona danos no aparelho digestivo e no sistema nervoso. O fígado do alcoólico apresenta diversas lesões. Apresentam ainda dores de cabeça, vertigens, cãibras, anestesias parciais e alucinações. Ouvidos e olhos também são afetados.

Benzodiazepínicos (Tranqüilizantes, ansiolíticos e remédios para dormir)

Essas substâncias produzem depressão na atividade do sistema nervoso central, que se caracteriza por diminuição da ansiedade, indução ao sono, relaxamento muscular. Em forma de pílulas ou dissolvidos em bebidas alcoólicas, causam dependência no usuário. Provocam apagamentos com perda de memória, risco de coma e parada respiratória, tontura, e desorientação; náuseas e dificuldades com movimento e com a fala.
Pelo fato do efeito ser contra a ansiedade, essas drogas passaram a gozar imensa popularidade. Os ladrões usam para aplicar golpes em parceiros pois cria sensação de embriaguez que dura várias horas.


Drogas que aumentam a atividade mental

Cocaína (Coca, pó, branquinha, farinha, neve)

Extraída das folhas da Erythrxylon coca, mais conhecida como coca ou epadú, a cocaína é encontrada na forma de um sal.
Para entender mais, o pó é misturado a outras substâncias, como: açúcar, aspirina, xilocaína, pó de mármore, pó de vidro, pó de gesso ou bicarbonato de sódio. Impura, produz mais estragos ao organismo.
É consumida aspirada, dissolvida em água e injetada, ou misturada na bebida.
Produz euforia, excitação, desinibição, agressividade, paranóia, insônia e sensação de poder, produz forte dependência física e psíquica. As primeiras sensações de prazer são substituídas por sintomas de intolerância, ansiedade, enxaquecas, náuseas, vômitos, boca seca, elevação dos batimentos cardíacos, da pressão arterial, da freqüência respiratória, dilatação das pupilas, alucinações, perda de apetite. Riscos de contrair doenças contagiosas. O uso prolongado pode levar a destruição do tecido cerebral.

Cigarros (Tabaco, fumo) (Cigarro, charuto, cigarrilhas, e toda forma de inalar. Pode ser cheirado)

De consumo legalizado, o cigarro é a forma mais cruel de dependência, pois é responsável por 80% das mortes de câncer nos pulmões e provoca outras doenças dolorosas e letais, como o enfizema pulmonar.
Provoca moléstias cardíacas e cardiovasculares, câncer de boca, laringe, faringe, estômago, pâncreas, rins e bronquite crônica. Prejudica tanto o fumante quanto o não fumante (fumante passivo). Mulheres que fumam durante a gravidez tem, em geral, filhos com peso abaixo do normal.


Drogas que alteram a percepção

Maconha (Cannabis Sativa)

Também conhecida como erva, haxixe, baseado, marijuana, a maconha é um conjunto de folhas secas do cânhamo (Cannabis Sativa) usados como cigarro ou ingerida. Muito utilizada pelos povos primitivos de diversas partes do mundo, a maconha foi proibida no Ocidente nos últimos60 anos por causa do abuso dos usuários. Apesar de ter seu uso indicado para o tratamento de algumas doenças, os efeitos maléficos, contra indicam qualquer liberação da droga, segundo a opinião de especialistas.
Os principais efeitos no corpo são: olhos avermelhados, boca seca, taquicardia, diminuição do fluxo de sangue para o coração. Pessoas cardíacas podem morrer com pequena dose. Causa: bronquite, angústia, tremores, suores, perda de memória, da atenção e da motivação, obesidade, e quadros de esquizofrenia. Perda da distinção de tempo e espaço, com sérios prejuízos a quem necessita dirigir. Afeta a produção de hormônio masculino (testosterona) ocasionando esterilidade e provoca distúrbios no ciclo menstrual feminino (interferência na ovulação), câncer de pulmão. Causa dependência psíquica.

LSD (Ácido Lisérgico)

É uma substância sintética, produzida em laboratório. Talvez seja a substância mais ativa que age sobre o cérebro. Pequenas doses causam alucinações que duram de quatro a doze horas, segundo especialistas.
Algumas vezes pode ocorrer a transposição sensorial. Em alguns casos pode ocorrer a "má viagem" com visões terrificantes, deformação do corpo; causa ansiedade, pânico, delírio e sensação de perseguição. Provoca dilatação das pupilas, sudorese, taquicardia, aumento da temperatura, náusea e vômito. Causa dependência física e psíquica, coma e morte.


A droga pode estar mais próxima do jovem do que você imagina. No começo, ele as recebe de pessoas próxima, como amigos, namorado(a), parentes. Em nenhuma hipótese levanta suspeita. Geralmente pertence ao mesmo mundo do jovem. Não são mais os elementos marginais, mal-encarados.
Eles freqüentam os mesmos ambientes e a mesma escola. Podem estar inclusive dentro de academias e muito próximo a atletas. São queridos por todos. Estes traficantes agem silenciosamente e geralmente atingem um grande número de pessoas sem que se perceba. Quando é descoberto já fez a cabeça de muitos adolescentes.
O consumo se espalha entre os amigos e a tendência é de tornarem-se também traficantes. Muita atenção com colegas que vão entrando para o quarto, com conversas em tons baixos, interrompidas bruscamente quando alguém se aproxima.
A maioria dos adultos dependentes químicos de hoje tiveram contato com o vício na juventude.


No mundo das drogas só existe um meio de evita-las, é não ter nenhuma curiosidade em experimentar. Quando alguém lhe oferecer, diga simplesmente "NÃO"!
Fazendo isso, você se livrará de muitas complicações, para o corpo, com a sua família e evitará problemas com a polícia.
Geralmente, quando você recusa maconha, você é taxado de "babaca", "careta", que não é homem e outras ofensas, tentando atingir seu brio.
Saiba que não usando drogas você realmente será um homem com personalidade forte, digno e com um futuro promissor pela frente, você não precisada ilusão da maconha para ser feliz.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

VAMOS FALAR SOBRE O ÁLCOOL:

O álcool é um líquido incolor produzido a partir de cereais, raízes e frutos. Pode ser obtido mediante a fermentação destes produtos, atingindo concentrações que variam entre 5 e 20% (cerveja, vinho, sidra) ou por destilação e/ou adição de álcool resultante de destilação, o que aumenta a concentração etílica até 40% (aguardente, licor, gin, whisky, vodka, rum, genebra, vinhos espirituosos).

O nome químico do álcool é etanol, substância com a forma química de CH3 CH2 OH. O álcool pode ser associado a outros elementos químicos, responsáveis pela cor, sabor, odor e outras características da bebida. A sua comercialização e consumo são legais.

O álcool é consumido por via oral e é um desinibidor e depressor. Após a sua ingestão, começa a circular na corrente sanguínea, afectando todo o organismo, em especial o fígado. A nível dos neurotransmissores, é facilitador da transmissão dopaminérgica, que está associada às características aprazíveis das drogas. Bloqueia o funcionamento do sistema nervoso central, provocando um efeito depressor. A aparente estimulação conseguida com o álcool é, na realidade, resultado da depressão dos mecanismos de controlo inibitório do cérebro. Em primeiro lugar são afectados os centros superiores (o que se repercute na fala, pensamento, cognição e juízo) e posteriormente deprimem os centros inferiores (afectando a respiração, os reflexos e, em casos de intoxicação aguda, provocando coma).

Apesar da ampla função terapêutica do álcool durante a Idade Média, actualmente tem uma utilização muito restrita a este nível. É usado para desinfecção e cura de algumas lesões na pele. O consumo moderado de álcool pode ser benéfico, dado que reduz o risco de aparecimento de doenças cardiovasculares.


Origem

O álcool, que deve ser tão antigo quanto a própria humanidade, é consumido pelo homem desde sempre. De facto, a fermentação da fruta nunca foi um grande mistério, pelo que os primatas sempre conseguiram produzir leves intoxicações mediante este processo. Nas diferentes civilizações, o consumo do álcool começa a assumir particular saliência a partir da revolução neolítica, altura em que se inicia uma produção mais sistemática de matérias primas (cevada e frutas) e se verifica um avanço nas tecnologias de fermentação.

O hidromel (mistura fermentada de água e mel) e a cerveja são consumidos há milhares de anos. Um texto datado de 3000 anos antes de Cristo, que descreve os gastos de uma família asiática, faz já uma alusão clara a este consumo: “pão e cerveja para um dia”. De 2200 antes de Cristo foram encontradas peças que nos mostram que as mulheres em estado de aleitamento eram incentivadas a beber cerveja. Existem ainda registos que relatam que Hamurabi, um rei babilónico, amparava as pessoas que bebiam cerveja ou vinho de palma e dava ordens de execução aos taberneiros que adulterassem a qualidade das bebidas. Os antigos egípcios, que tinham destilarias há já cerca de seis mil anos, prestavam culto a Osíris como forma de agradecimento pela dádiva da cevada. Por sua vez, os gregos que transferiam esse mesmo culto para Dionísio, tinham por hábito oferecer bebidas alcoólicas a deuses e soldados, utilizando-as também como facilitadoras de relações interpessoais, nomeadamente nos symposia (banquetes com fins recreativos e para discussão de ideias filosóficas e políticas). Os romanos agradeciam a Baco a criação do “vinho divino” e ofereceram um forte contributo para a regulação da produção de vinho e a sua divulgação em toda a Europa. O vinho tornou-se num fenómeno universal, o qual é visível pela proliferação da taberna – local onde era mantida uma reserva de bebidas alcoólicas para serem consumidas nesse mesmo lugar e que assumia também um papel de relevo a nível das relações e actividades públicas.

O álcool desempenha também um papel importante a nível da religião. Na bíblia, por exemplo, existem inúmeras alusões ao vinho. No entanto, o recurso constante ao vinho em cerimónias religiosas não se encontra exclusivamente no Cristianismo, estando generalizado aos Aztecas, à religião familiar chinesa, ao hinduísmo, ao bantu e por aí fora. A excepção à regra encontra-se em religiões como o Islão, que restringem ou proíbem o seu consumo.

A destilação de bebidas deve-se aos árabes, também responsáveis pela introdução deste processo na Europa. No entanto, foram os cristãos mediterrânicos quem liderou o desenvolvimento industrial da produção partir do século XII. Só no século XIV é que esta tecnologia, já perfeitamente desenvolvida, tem implantação no resto da Europa.

Durante toda a Idade Média, o álcool esteve intimamente associado à saúde e bem-estar sendo conhecido pela designação de aqua vitae. Só em fins do século XVI é que adopta a actual terminologia, a qual etimologicamente tem origem na palavra grega alkuhl que se refere ao espírito que se apodera de todo aquele que se atreve a abusar dos produtos fermentados.

O álcool torna-se num importante produto comercial aquando das trocas com as colónias, oferecendo largos lucros aos seus comerciantes, o que também é explicado pela natureza estável dos produtos destilados europeus (aguardente, rum, genebra em especial), os quais não sofrem deterioração com as distâncias a serem percorridas nem com o tempo. Progressivamente, estes produtos começam a substituir as produções locais de fermento, o que faz com que os destilados se convertam num dos primeiros mercados mundiais (século XVII).

A revolução industrial do século XIX abre caminho para uma ainda maior expansão do mercado dos destilados, contribuindo consequentemente para um aumento notável do seu consumo, o qual é acompanhado pelo aumento de problemas relacionados com estes produtos. É neste contexto que surgem as leis de proibição dos anos 20 nos Estados Unidos e as campanhas de prevenção, a partir dos anos 60, em países desenvolvidos.


Efeitos

O álcool é a droga mais conhecida e aceite socialmente. É muito procurada devido à crença de que os seus efeitos são estimulantes. De facto, as bebidas alcoólicas podem induzir um estado inicial de desinibição, loquacidade, euforia, falsa segurança em si próprio e, por vezes, impulsos sexuais desinibidos ou agressivos.

Progressivamente, as características depressoras do álcool começam a tornar-se mais notórias, podendo surgir efeitos como relaxamento, sonolência, turvação da visão, descoordenação muscular, diminuição da capacidade de reacção, diminuição da capacidade de atenção e compreensão, deterioração da capacidade de raciocínio e da actividade social, fala premente, descoordenação, mudanças no estado de ânimo, irritabilidade, fenómenos de amnésia, fadiga muscular, etc.


Riscos

O consumo de álcool em grandes quantidades pode provocar acidez no estômago, vómito, diarreia, baixa da temperatura corporal, sede, dor de cabeça, desidratação, falta de coordenação, lentidão dos reflexos, vertigens, dupla visão e perda do equilíbrio.

O facto do indivíduo se sentir muito seguro de si próprio, como consequência da depressão do sistema nervoso, poderá potenciar a adopção de comportamentos perigosos. Neste âmbito, fazemos referência ao exemplo dos acidentes de tráfego, a primeira causa de morte entre os jovens.

Nos casos de intoxicação aguda é possível verificar-se mudanças de comportamento desadaptativas, labilidade emocional, deterioração da capacidade de julgamento, amnésia dos acontecimentos durante a intoxicação, perda de consciência, coma etílico e morte por depressão cardio-respiratória.

Quando consumido de forma crónica pode provocar efeitos a longo prazo nos diferentes órgãos vitais. Assim sendo, pode verificar-se a deterioração e atrofia do cérebro, anemia, diminuição das defesas imunitárias, alterações cardíacas (miocardite), hepatopatia, cirrose hepática, gastrite, úlceras, inflamação e deterioração do pâncreas, transtornos na absorção de vitaminas, hidratos e gorduras, rebentamento de capilares, cancro e danos cerebrais. Também a nível psicológico e neurológico estes efeitos poderão ser notados - irritabilidade, insónia, delírios por ciúmes, mania da perseguição, psicose e, nos casos mais graves, encefalopatias com deterioração psico-orgânica (demência alcoólica).

A mistura do álcool com outras drogas, especialmente se elas forem também depressoras (como é o caso da heroína), pode ser perigoso e ter consequências como a coma ou a morte.

De uma forma geral, a mulher, devido à sua estrutura física, tem mais dificuldades em lidar com os efeitos do álcool. A mulher grávida que consume álcool com bastante regularidade poderá estar a colocar o feto em risco - síndrome alcoólica-fetal (caracteriza-se por malformações no feto, baixo coeficiente intelectual, etc).

A nível social o consumo do álcool pode ter consequências como a desintegração familiar, crises, maus tratos, absentismo laboral, aumento de acidentes rodoviários, comportamentos criminosos, alterações da ordem, etc.

Os efeitos do álcool, assim como a ressaca sentida após o seu consumo, poderão ser atenuados ser a pessoa tiver ingerido alimentos antes do consumo (diminui o grau de absorção) e se beber água para combater a desidratação.

Tolerância e Dependência

O álcool origina tolerância e grande dependência física e psicológica. Em alguns casos, encontra-se a chamada tolerância negativa, a qual se encontra em indivíduos que ficam completamente ébrios com o consumo de uma pequena quantidade de etanol.

Síndrome de Abstinência

O síndrome de abstinência provocado pela supressão do álcool costuma ser bastante intenso, requendo, por vezes, cuidados médicos urgentes. Geralmente, nas primeiras horas de privação pode sentir dor de cabeça forte, náuseas, enjoo, vómitos, inquietação, nervosismo e ansiedade, aos quais se podem seguir cãibras musculares, tremores e grande irritabilidade.

Nos casos mais graves, após o 2º dia, pode surgir o delírium tremens: desintegração dos conceitos, aparecimento de delírios, alucinações, fortes tremores.


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FOTOS DE PRINCIPAIS DROGAS:


MACONHA

Crack


Heróina
PRINCIPAIS TIPOS DE DROGAS:

Maconha
A maconha é o nome dado aqui no Brasil a uma planta chamada cientificamente de Cannabis sativa. Até o início do presente século, a maconha era considerada em vários países, inclusive no Brasil, como um medicamento útil para vários males.
Chá de cogumelo
Cogumelos ou fungos, são plantas que não contém clorofila, o que os impede de se alimentarem utilizando energia solar, impedindo o desenvolvimento de outros métodos de vida.
Cocaína
A cocaína é uma substância natural, extraída das folhas de uma planta que ocorre exclusivamente na América do Sul
Crack
Ao contrário da maioria das drogas, o crack não tem sua origem ligada a fins medicinais: ele já nasceu como uma droga para alterar o estado mental do usuário.
LSD
O LSD é, talvez, a mais potente droga alucinógena existente. É utilizado habitualmente por via oral, embora possa ser misturado ocasionalmente com tabaco e fumado.
Merla
É uma variação da pasta de coca, da qual se origina também a cocaína e o crack
Ecstasy
O ecstasy é uma droga relativamente nova e, diferentemente de drogas como a cocaína e a maconha, só foi sintetizada pela primeira vez já neste século
Skank
Espécie de super-maconha produzida em laboratório através de mo-dernas técnicas de engenharia genética vegetal.
O que leva uma pessoa a usar drogas?

RESPOSTA:Pesquisas recentes apontam que os principais motivos que levam um indivíduo a utilizar drogas são: curiosidade, influência de amigos (mais comum), vontade, desejo de fuga (principalmente de problemas familiares), coragem (para tomar uma atitude que sem o uso de tais substâncias não tomaria), dificuldade em enfrentar e/ou agüentar situações difíceis, hábito, dependência (comum), rituais, busca por sensações de prazer, tornar (-se) calmo, servir de estimulantes, facilidades de acesso e obtenção e etc.
O QUE SÃO DROGAS?

RESPOSTA : Intitulados “droga” qualquer substância e/ou ingrediente utilizado em laboratórios, farmácias, tinturarias, etc., desde um pequeno comprimido para aliviar uma dor de cabeça ou até mesmo uma inflamação, é uma droga. Contudo, o termo é comumente empregado a produtos alucinógenos ou qualquer outra substância tóxica que leva à dependência como o cigarro, e o álcool, que por sua vez têm sido sinônimo de entorpecente.

As drogas psicoativas são substâncias naturais ou sintéticas que ao serem penetradas no organismo humano, independente da forma (ingerida, injetada, inalada ou absorvida pela pele), entram na corrente sanguínea e atingem o cérebro alterando todo seu equilíbrio, podendo levar o usuário a reações agressivas.